Ele é um…

Ele abre a porta do carro. Manda flores. Empresta o casaco nas noites frias. Faz a cortê. Segura o guarda-chuva. Diz para você escolher. Ele é um Gentleman! Um verdadeiro cavalheiro segundo o Dicionário inFormal online de Português. Exemplo de cavalheirismo do século XXI. Coisa rara. Quem não sonha em encontrar alguém assim? Cavalheiro, porém não meloso. Até encontrar telas com o tema foi para lá de díficil. Talvez estejam em extinção ou ninguém possua motivo ou coração para pintar algo, apesar de tão bonito, não visto!

A primeira tela em moldura se chama Up the Staircase, Subindo as Escadas. Pertence ao americano Tom Lovell (1909-1997) um artista que tem o amor no sobrenome e foi pintada em 1942. Amei essa tela, o homem me parace bonito, elegante e com olhar apaixonado! Até parece cena de filme!

 Federico Andreotti (1847 – 1930) já falei dele aqui no blog. Foi um pintor italiano de sucesso.

Pál Szinyei Merse (1845-1920) foi um pintor húngaro.

Norberto Benedito Campos artista brasileiro, de Indaiatuba, SP. Preste atenção ao título da tela! Por que será que é antigo? Não há mais casais assim?

Brent Heighton é um artista canadense, nascido em Vancouver,1954. Já falei dele aqui no blog, cujo o denomino de O Pintor do Vinho. São maravilhosas suas telas, bem românticas.

Howard Pyle (1855-1911) foi um pintor e ilustrador americano. Sua tela quer dizer: Quando Todo o Mundo Parecia Jovem. Agradável não?

 

FONTES

Tom Lovell http://migre.me/aju0Q

Federico Andreotti:http://migre.me/ajuNV

Merse: http://migre.me/ajuUo

Campos: http://migre.me/ajvfY

Heighton: http://migre.me/ajwmQ

Pyle: http://migre.me/ajwVG

 

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VinTaGe!

Ela faz pinturas a qual podemos chamar de Vintage! Televisão, cômodos, aparelhos de telefone, fogão, caixinhas de música, vestidos e sapatilhas, máquinas de costurar que hoje são denominadas também de Retrô pela indústria e meios comerciais, por retornar a estilos das décadas de 20 a 60, encontram-se na maioria das suas telas. As cores também nos remetem ao passado. Há o uso de tons claros, pasteis, quando não o uso do vermelho vivo.

Lembro-me de ter em minha casa por volta dos anos 80 uma geladeira vermelha, comum à época, mas que hoje são caríssimas! O telefone com discador de dedo, que a pessoa rodava a cada número, via-o em todos os lugares, inclusive em orelhões também em cor vermelha espalhados pela cidade.

Você, caro leitor, deve ter tido um! Certo? Ou ao menos já visto! Caso não veja agora!

 Janet Hill que considera sua arte nostálgica, misteriosa e agradável, reside na cidade de Stratford, Ontário, Canadá. Pinta num pequeno estúdio em sua casa, onde vive com o marido John, um cão muito charmoso e um gato de estimação. Sua obra é exibida em coleções particulares na América do Norte, Europa, Ásia e Austrália. Obteve trabalhos publicados em várias revistas internacionais como a Matchbook e Designe Sponge. A artista além de possuir sua página pessoal, possui um blog e uma loja virtual onde é possível adquirir suas obras.

Destaque na Revista Design Sponge: http://www.designsponge.com/2010/04/food-paintings-by-janet-hill.html

 

São muitas as telas de Janet. Selecionei algumas das quais mais gostei para o blog, contudo, se interessar, confira as demais pinturas desta artista.

A primeira tela em moldura se chama Library Ladies, quase o mesmo que Damas Bibliotecárias. Note que são três garotas, cada uma possui posições de pernas diferentes. Os livros também mudam de posição. A primeira traz um ar de decidida. A segunda de bem comportada e a terceira de vestido azul claro, parece-me “desligada” à espera de… Porém segura de si! O que acha?

 

 Linda caixinha de música! Eu tenho uma, mas perdi a bailarina, contudo a musiquinha é maravilhosa!

 

Olha só! Uma máquina de escrever! Será que alguém ainda escreve com elas?

Essa tela quer dizer “As joaninhas amam chocolate”. Quantas joaninhas você ver?

Essa eu achei linda! Quer dizer “Pequenas asinhas”. Podem ser das borboletas e também da menina que ainda está aprendendo a voar…

Uma máquina de costurar do tempo da vovó! Lembra a Singer!

E agora observe bem esta sala. Papéis de parede com desenhos de abacaxis! Há uma festa no canto com balões de ar. O abajur, o espelho e a almofada dão ar delicado ao ambiente. E claro, uma TV retrô! Repare o tamanho da tela! A LG marca de eletrodomésticos, lançou um modelo assim para venda. Chama-se TV Retro Classic LG! 

Simplesmente amei esse vestido!

Delicado!

Olha o fogão! Mas o que me fez gostar dessa tela, foram os paninhos de prato pendurados na corda! Um charme! Sem falar das canecas!

Essa traz um ventilador de mesa! Seria o que hoje chamamos de portátil?

Hummm… Uma padaria Italiana! Nunca fui à Itália, mas se você pesquisar no Google Imagens verá como se parece com as atuais! Talvez porque seja o estilo dela!

Por fim um luxo de saia! Roupa perfeita! Bolsa. Sapatos. Cores. Tudo combina! Até o telefone! Só faltou o rosto da moça! Como será que é? E seu coração está a espera do telefonema? O que sente então?… Imagine!

 

FONTE: http://janethillstudio.com/blog

 

 

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Aceita um chá ou um café?

O chá da tarde ou das 5h é conhecido por muitos como uma tradição inglesa. Aqui no Brasil é mais a hora do cafezinho. Que geralmente é apreciado após o almoço ou ao final da tarde junto com uma fatia de bolo. O que acho lindo de ver em ambos são as louças, xícaras, talheres, toalhas sobre a mesa. Ainda mais quando são antigas, e que hoje são denominadas de Vintage. Em lojas japonesas é comum encontrá-las em diversos tipos, cores e tamanhos.

O blog Só Xícaras é feito por uma colecionadora delas, há mais de 200 modelos! Confira! http://migre.me/aeIaP

A primeira tela em moldura pertence a artista americana Rachel Goede, que não definiu um título a sua pintura de um Bule de Chá e Café, mas a achei bem adequada para introduzir esse post.

O artista plástico chinês Qiang Huang pinta um dos produtos de extração do chá, as ervas. Há vários sabores de chás. Erva-Doce. Capim-Santo. Gengibre. Maça. Cereja. Laranjeira. Camomila. Verde. Canela. Hortelã…

Carol VonBurnum é americana e traz um delicioso Chá da Tarde.

Benoit Philippe artista plástico francês, nascido em 1968. Seus pincéis pintam uma Xícara Russa de Chá.

Delilah Smith é uma pintora americana. Já a citei aqui no blog no post “Cupcakes”. O Chá dela traz entre outros doces meus bombons preferidos os de licor de cereja!

Também americana é Margie Guyot.

Rosemary Valadon é uma artista australiana. Essa é apenas uma de suas xícaras belíssimas!

Thea Burger é uma artista africana, de Pretoria, África do Sul.

Maria Helena Castro é brasileira, de Minas Gerais. Olhe como sua tela é interessante. A “caneca” fica entre o plantio é o saco de grãos de forma direta, o que a terra dá vai direto para (saca) à venda e posteriormente o consumo.

Raquel Serra Meké é brasileira, de São Paulo. Hummm parece quentinho seu cafezinho! E o cheirinho só do pó é maravilhoso! Quem gosta?

Celso Mathias é também um artista do Brasil sendo Carioca, RJ. Claro! O Café também está presente no café da manhã do povo brasileiro, acompanhado quase sempre de pão francês e manteiga!

Avril Brand é uma artista irlandesa. Sua tela quer dizer Hora do Café. E traz um moedor de grãos, bem bonito, não?

Jelaine Faunce artista americana, contemporânea, realista. Pinta apenas óleo sobre tela. Sua pintura se chama Lenço de Maria. Gostei muito desta tela, simples, delicada, a colher com um resto de café mexido… É bem sútil!

FONTES

Tela Rachel Goede: http://migre.me/aeKPb

Tela Huang: http://migre.me/aeKUX

Tela VonBurnum: http://migre.me/aeL9B

Tela Benoit: http://migre.me/aeLkC / http://www.benoitphilippe.com

Tela Smith: http://migre.me/aeLFH

Tela Guyot: http://migre.me/aeMjx

Tela Valadon: http://migre.me/aeMx8  / http://www.rosemaryvaladon.com.au

Tela Burger: http://migre.me/aeMUP

Tela M. H. Castro: http://mariahelenacastro.blogspot.com.br

Tela Meké: http://meketelas.blogspot.com.br

Tela Celso Mathias: http://migre.me/aeNgC

Tela Avril: http://migre.me/aeOjM

Tela Faunce:  http://migre.me/aeOAu

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Cadeiras

Já dizia a sensacional escritora Clarice Lispector no seu livro A Descoberta do Mundo: Quem terá inventado a cadeira? Alguém com amor por si mesmo. Inventou então um maior conforto para o seu corpo. Depois os séculos se seguiram e nunca mais ninguém prestou realmente atenção a uma cadeira, pois usá-la é apenas automático.

A cadeira é um objeto bonito. Útil. Bastante útil. Imagine-se correndo num dia ensolarado, cansado, louco para descansar as pernas, o que você busca? Provavelmente uma cadeira. Caso não haja vai ao chão mesmo!

Este objeto, uma obra de arte, ganhou fama nas telas de Van Gogh. Ele pintou duas cadeiras a dele e a do artista Gauguin.

Van Gogh conheceu Paul Gauguin em 1887. Gauguin foi um pintor francês do período pós-impressionista. Gauguin e Van Gogh partilhavam uma admiração mútua, mas a relação entre ambos estava longe de ser pacífica e as discussões eram frequentes. Para representar as relações abaladas entre os dois, Van Gogh pinta a A Cadeira de Van Gogh e a A Cadeira de Gauguin, ambas em dezembro de 1888, em Arles, Sul da França. As duas pinturas expressam as diferenças de personalidades e gostos de cada.  A cadeira de Gauguin se apresenta mais sofisticada que a de Van Gogh, ao possuir braços, assento estofado, estar iluminada por uma vela e apoiada sobre um tapete. Já a de Van Gogh é uma cadeira simples, sem braços, com assento de palha, onde se apoiam seu cachimbo e o saco de tabaco, o revestimento do piso também é mais simples, lajotas, e iluminação diurna.

Enfim há inúmeros tipos de cadeiras. Algumas confortáveis, outras não. Tem umas que parecem que vão destruir a coluna da pessoa. Tanto design e desconforto total! Há cadeira de praia. De plástico. Madeira. Concreto. De rodas e rodinhas. E entre as suas variedades há uma que muito aprecio: balanço! Um charme não?

A primeira tela pertence a um contemporâneo português chamado Antônio Tapadinhas, cujo título é Convite para um Café.

Maurice Marinot (1882-1960) foi um pintor francês do estilo Fauvista. Sua tela traz uma senhorita lendo jornal, veja como a mesma ocupa a cadeira!

Brian Day é um artista americano contemporâneo. Sua tela quer dizer Pausa para Descansar! Piu!

Sandor Galimberti (1883-1915) foi um pintor húngaro. Sua tela quer dizer Interior com cadeira Thonet. Este modelo surgiu em 1859, na cidade de Viena, na Áustria, pelas mãos de Michael Thonet. Mas continua atual e sendo bastante usada na decoração de casas, bares e restaurantes do mundo.

Kenton Nelson é um pintor americano, contemporâneo. Sua tela traz uma cadeira usada por muitos em praias e piscinas. É feita de aço e nylon. Quem já sentou numa?

Também servem como decoração! É assim que surge nos pincéis da artista brasileira, carioca e contemporânea Lúcia M. Russo.

Fabio Fernandes Cruz é artista plástico brasileiro, paulista, contemporâneo.

Maryann Lucas artista americana, contemporânea. Sua tela traz uma moça sentada à beira mar. A cadeira está quase lá, afundada na areia. Gostei das cores e do reflexo!

Fernando F. Fasoli nasceu em 1962 na cidade de Caxias do Sul – RS – Brasil. Formado em Geologia e Gemologia, é também professor de Tai-Chi-Chuan e outras Artes Orientais, profissões em que procura conciliar com o que mais gosta de fazer: escrever e pintar.

Vladimir Volegov é um artista russo de Chabarovsk. Já mencionei ele aqui no blog. Gosto por demais de suas telas. Nesta ele traz uma moça na cadeira de balanço. Cadeira a qual gosto desde pequena. Boa para descansar. Ouvir música popular brasileira. Olhar o horizonte… Sonhar! 

 

FONTES

Texto Van Gogh: http://migre.me/ab2aW

Texto cadeira Thonet: http://migre.me/ab2as

Tela Antônio Tapadinhas: http://migre.me/ab0Lt

Tela Marinot: http://migre.me/ab17d

Tela Brian Day: http://briandayartist.com/BrianDay-RestStop.htm

Tela Sandor: http://migre.me/ab1Yu

Tela Kenton Nelson: http://kentonnelson.com/gallery.php

 Tela Russo: http://migre.me/ab2kR

Tela Cruz: http://migre.me/ab2qb

Tela M. Lucas: http://migre.me/ab2xE

Tela Fasoli: http://www.fasoli.com.br/pin.php

Tela Volegov: http://www.volegov.com

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Noite afora ou adentro?

Noite afora ou adentro? Não importa! Gosto da noite! Esta chega ao entardecer despedindo-se do sol e trazendo consigo o luar e as estrelas. Também se acendem as luzes da cidade, postes, vitrines de lojas, painéis eletrônicos e das casas que entram em harmonia com as dos automóveis e sinais de trânsito. Já se pode ver até as luzes vistas do espaço. http://migre.me/a6VaJ É lindo!

Li num livro “… a noite deita escuridão sobre a terra e faz dormir as cintilantes cores do dia.” Orfandades. O Destino das Ausências. Pe. Fábio de Melo

Fora as luzes da natureza, sol, estrelas, lua, relâmpagos, raios, vagalumes. Onde será que acendeu no mundo a primeira luz artificial?

Desde o passado o homem tentou iluminar artificialmente as horas escuras da noite. O homem da caverna iluminava com a fogueira. Mais tarde vieram as parafinas, óleo, petróleo e gás. Até que entre muitas tentativas e experimentos em 1879 aproximadamente, o americano Thomas Edison conseguiu desenvolver um sistema de luz elétrica incandescente.

O que admiro no anoitecer é o jogo de contraste escuro-luz (sendo mais a artificial do que a natural). É de se admirar com a beleza que mesmo um feixe de luz é capaz de produzir!

Paris por exemplo: Torre Eiffel, Avenida Champy Elysee, vitrines, galerias, museus, está sempre iluminada. Mas o seu título Cidade Luz não é devido a sua iluminação elétrica. Embora seja lindo o anoitecer em Paris! Sua denominação vem do movimento iluminista que tirou a França das trevas após a idade média. Paris foi o berço do Iluminismo no século XVIII. A luz nesse caso está no sentido figurado, significando iluminação das mentes que estavam nas trevas da inquisição e se libertavam para a luz do conhecimento científico.

Certa vez presenciei um apagão por volta das 23h em toda região nordeste do Brasil. Só via as luzes dos carros, lanternas e a lua que já andava meio escondida entre as nuvens. A visão que eu tinha diminuía com as horas, e tudo ia caindo num breu profundo. O silêncio era único. E parecia que por um instante aquela noite havia parado.

E você gosta da noite? É certo que ela proporciona vários outros gostos!

Contemple aqui telas do anoitecer. Comecemos com um ícone da arte pós-impressionista, o holandês Vincent Van Gogh, (1853-1890), com a tela Starry Night over the Rhône (1888). Que quer dizer Noite Estrelada sobre o Ródano. O Ródano é um importante rio europeu. Tem sua nascente na Suíça (231 km) e acaba seu curso na França (581 km), onde desagua no mar Mediterrâneo.

Seguimos com o americano William Louis Sonntag (1822-1900). Amei sua tela. Bowery é o nome de uma rua e de uma pequena vizinhança ao sul de Manhattan, NY. Por volta do século XIX apresentava bondes e trilhos de trem elevados, demolidos na década de 30.

Outro pintor também americano que retrata a energia inesgotável da cidade de Nova York entre o século XIX e as primeiras décadas do XX se chama John Sloan (1871-1951).

O tailandês Hopebaby Pradit é casado com uma inglesa de Norwich, lugar presente em sua tela. Norwich é a segunda maior cidade da Inglaterra onde fica a rua Elm Hill, bastante histórica e antiga, com casas em Tudor e calçadas medievais. O estilo Tudor é o último desenvolvimento da arquitetura medieval durante o período Tudor (1485–1603). A rua possui lojas de artesanatos, chá, cafés e livrarias.

Retrato de uma Londres chuvosa à noite com David Atkins, nascido no Meridiano de Greenwich, que passa no Observatório Real, nos arredores de Londres, Reino Unido, em 1964.

Interior de uma Igreja Gótica à noite, nos pincéis de Pieter Neefs, um pintor barroco flamengo que se especializou em interiores arquitetônicos de igrejas.

Leonard Mizerek Fellow é artista americano contemporâneo. Tem como tema central de todas as suas obras o uso da luz. Ele traz em sua tela o Cafe Deux Magots, que fica em Paris. http://www.lesdeuxmagots.fr

Paris anoitecendo com Haixia Liu, chinesa pertencente a uma família de artistas, da província de Hubei, China. Liu nasceu em 1962. É provável que esta paisagem seja de Montmartre um bairro boêmio da cidade de Paris, na França, devido à arquitetura e ladeira presente na pintura, embora nunca tenha ido por lá, o que sei, aprendi visualizando arte.

Karen Mazzarella é uma artista auto-didata americana. Ela pinta o Osio Cinema, localizado em Monterey, uma cidade da Califórnia, Estados Unidos.

Anthony Thieme (1888–1954) nasceu na Holanda, mas aos 22 anos passou a viver e trabalhar na Ámerica do Norte.

Também americana é Ione Citrin. Artista contemporânea, impressionista. Sua tela me lembra os teatros da minha infância. Amava. A arquitetura. As cadeiras e cortinas vermelhas. Os andares. Os lustres. E claro, as divertidas peças infantis.

Por fim uma iluminação de ambiente interno, do artista dinamarquês Viggo Johansen (1851-1935). Que traz a luz artificial do Natal, enquanto a natural se dá com o nascimento de Jesus.

FONTES

Textos: Wikipédia / Yahoo Responde

Van Gogh: http://migre.me/a9thj

Sonntang: http://migre.me/a9tl3

Sloan: http://migre.me/a9tnX

Hopebaby: http://migre.me/a9tuq

Atkins: http://david-atkins.com/london.html

Mizerek: http://migre.me/a9tF4

Haixia: http://migre.me/a9tHD

Mazzarella: http://migre.me/a9tMS

Thieme: http://migre.me/a70oh

Ione: http://www.artbyione.com/figures.html

Viggo: http://www.tumblr.com/tagged/viggo-johansen

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Por aí…

Um dia desses fui levar meu pai ao médico. O consultório fica num empresarial de mais de 10 andares. De chegada percorremos um todinho, quando descobrimos que descemos no errado. Então pegamos o elevador novamente e fomos ao andar correto. Cada andar é composto de aproximadamente 10 salas, contando com consultórios médicos, odontológicos, fisioterápicos, consultoria e venda, advocacia, cursos particulares, agências de viagens, etc e tal.

Neste trajeto dos dois andares que percorremos, observei que em todas as salas havia quadros, todas sem exceção. Algumas das telas eram abstratas, outras de pintores conhecidos, outras que nunca havia visto. No banheiro do consultório que fui havia um quadro minúsculo nas cores azul escuro e verde guerra, com a pintura de uma garrafa em cor roxa. Por um instante pensei, que até dentro daquele local, num canto de parede, ele trazia vida. E se ele não estivesse ali?

Algo que também percebi em cada uma delas foi à iluminação, algumas voltadas para os quadros dando outra sensação ao ambiente. Ao lado do consultório que estava, havia um consultório odontológico. Normalmente salas de edifícios empresariais não costumam ser grandes. Tem-se uma salinha minúscula de espera e outra de atendimento. Alguns espaços são bem confortáveis, por menor que seja, outros nem tanto. Muita coisa contribui para isto. Cores do ambiente. Tipos de cômodos: sofás e cadeiras. Iluminação. E algo que notei em muitos a presença de espelhos, que dão a ideia de uma sala maior. Sim e claro, as portas eram de vidro, por isto, dava para ver como eram por dentro!

Pois bem, aquela do lado esquerdo onde estava, era um consultório odontológico. Simples. Móveis de madeira semi-escuras, espelhos entre eles, almofadas brancas como um sofá em cima de uma base de concreto e um quadro em média 50×100 abstrato. A luminária do teto fluorescente possuía lâminas que ficavam voltadas para ele. A tela era linda. Branca, com amarela, preta e laranja. A cor branca predominava ainda mais em choque com a luz. A amarela e a laranja eram vivas, porém não extravagantes, e a preta pintava um fiasco de linha. Mesmo do lado de fora, a pintura me trazia uma sensação de bem-estar.

Por isto resolvi trazer a esse post telas que não representam um determinado tema. São Livres. E se soubesse quem havia pintado as telas descritas a cima, sem dúvida as penduraria por aqui! Ainda procurei nos bancos de imagens e galeria, mas não as encontrei.

Comecemos com uma abstrata e sem título pertencente à Silvana Oliveira, brasileira de Passo Fundo, RS.

Sandro Ribeiro, brasileiro de Varginha, MG.

Svetlana Gorenko, Coreana, Sakhalin, Extremo Oriente (Cazaquistão-Rússia).

Tricia Cherrington Ratliff, americana de Tarrytown, NY.

Henri Kalama Akulez, africano da República Democrática do Congo, Kinshasa.

Patricia (Pat) Koscienski, americana de Lewisberry, Pensilvânia.

Ian Romero, brasileiro.

Anya Gerasimchuk, russa, Rússia, Eurásia.

Rosangela Marassi, brasileira de São Paulo, SP.

Sérgio Nuardi, brasileiro.

 

FONTES

Imagens da arte do post foram retiradas do Banco de Imagens do Google.

Tela Silvana: http://migre.me/a8CYN

Tela Sandro: http://migre.me/a8D9B

Tela Gorenko: http://www.svetlanagorenko.com

Tela Tricia: http://migre.me/a8F9C

Tela Akulez: http://migre.me/a8HS0

Tela Pat: http://migre.me/a8IUs

Tela Ian: http://migre.me/a8G3o

Tela Anya: http://migre.me/a8EjB

Tela Marassi: http://rosangelamarassi.blogspot.com.br

Tela Nuardi: http://migre.me/a8FNi

 

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O Sagrado

Maria, Jesus, José na Terra e no Céu, entre amores e anjos, e o Espírito Santo. Contemple mais desta dádiva, apreciando as telas abaixo.

Acredite esse primeiro quadro foi pintado por Adolf Hitler! Ditador alemão nascido em 1889 na Áustria. Foi líder do Partido Nacional-Socialista Alemão (nazista). O ditador firmou o pacto de não-agressão nazi-soviético com Stalin, a fim de invadir a Polônia, mas quebrou-o ao atacar a Rússia em 1941. A invasão à Polônia precipitou a Segunda Guerra Mundial. Como o curso da guerra mostrou-se desfavorável à Alemanha, decidiu intensificar o assassinato em massa, que culminou com o holocausto judeu.

O quadro em moldura se chama Mother Mary with the Holy Child Jesus Christ.

Fico pensando porque ele pintou esse quadro! O que se passava na mente e no coração do homem que a história o retratou de modo frio, calculista, assassino! Na realidade ele fora um pintor ávido na sua juventude, antes de entrar para política e se tornar ditador Nazista da Alemanha. A maioria das suas telas é precisas, cheias de cores e vida. Pintou paisagens, natureza, flores, cidades…

Marines Ribole artista brasileira. Seu quadro trás como tema “A sagrada família”, Jesus, Maria e José como base fundamental da família no mundo.

Hans Zatzka (1859-1945) também foi um pintor austríaco.

Carl Bloch (1834-1890) foi um pintor dinamarquês. Seus primeiros trabalhos foram inspirados em cenas da vida cotidiana rural italiana, onde viveu por um tempo. Entre 1865 e 1879. contratado para produzir 23 pinturas para a Capela do Palácio de Frederiksborg. Todas as cenas da vida de Cristo registradas no trabalho se tornaram muito populares como ilustrações. Os originais ainda se encontram no Palácio, que abriga o Museu de História Nacional da Dinamarca.

Sua tela retrata uma passagem bíblica muito bonita após a ressureição de Jesus. Lc24,13-25. Os discípulos de Emaús não conseguem enxergá-Lo, estão tristes, sem esperança. Sentem algo diferente no caminho, o coração ardendo, mas a tristeza é maior. Entretanto, num simples gesto daquele Homem que até então era um desconhecido, faz com que eles abram seus olhos. Era Jesus e vivo!

Cássio Antunes nasceu em Mariana, Minas Gerais, Brasil, em 1972, pintor autodidata desde 1997, e a cerca de 10 anos contribuindo como assistente em pintura, ao já consagrado artista plástico Elias Layon, também de Mariana, dedica-se ao desenho e pintura figurativa, principalmente a técnica a óleo. Tem como principal fonte de aprendizado e influência a pintura européia ocidental desde o Renascimento até o pós Impressionismo. Suas principais obras são, um conjunto de seis painéis sobre a vida de Cristo para salão do Seminário São José de Mariana/MG e um conjunto de oito painéis sobre a Sagrada Família para Igreja da Sagrada Famíla em Ouro Branco/MG.

Nancy Howe nasceu em Nova Jersey, nos Estados Unidos, em 1950. Sua arte só começou a desenvolver, de maneira autodidata, no ano de 1988, em seu estúdio rural em Vermont. Ligada às causas sociais, criou em 2007, um projeto para captações de recursos para povos da África, chamado Pintando um futuro mais brilhante para as Mulheres do Quênia, feito em parceria com o projeto Boma.

“A Paz! Invadiu o meu coração.” A Paz – Zizi Possi.

Plácido Fagundes, de 58 anos, sempre se encantou pelo desenho, mas desde os 18 anos se decidiu dedicar à pintura. Depois de um período longe de Curitiba, Plácido retornou há dois anos e voltou para a Rua XV e à Feira do Largo da Ordem. Para ele, galerias de arte não compensam o contato com o público que se tem nas ruas.

Maria Luiza Figueiredo Nogueira, assina M. Luiza, é brasileira, enfermeira de profissão, diz que o seu ofício, assim como a pintura, tem o olhar e o tato como referência; o cuidado no pegar, o manuseio dos instrumentos. Pintar, além de um exercício de prazer e liberdade, seria cuidar das feridas, não dos pacientes, mas da vida.

Por fim William-Adolphe Bouguereau (1825-1905) foi um pintor francês acadêmico. Já falei dele no post “Bichos: Amizade Fiel”. Sua carreira floresceu no período áureo do academismo. Sua pintura se caracteriza pelo perfeito domínio da forma e da técnica, com um acabamento de alta qualidade, obtendo efeitos de grande realismo. Em termos de estilo, fez parte da corrente eclética que dominou a segunda metade do século XIX, mesclando elementos do neoclassicismo e do romantismo em uma abordagem naturalista com boa dose de idealismo. Deixou obra vasta, centrada nos temas mitológicos, alegóricos, históricos e religiosos, nos retratos, nos nus e nas imagens de jovens camponesas.

 

FONTES

Tela Adolf Hitler: http://migre.me/a6mar

Tela Ribole: http://migre.me/a6mff

Tela Zatzka: http://migre.me/a6mE0

Tela Bloch: http://www.carlbloch.com/php/index.php

Trecho Bíblico / Lc24, 13-25: http://migre.me/a6zfF

Tela Antunes: http://migre.me/a6xrM

Tela Howe: http://migre.me/a6xy4

Vida e Obra Howe: http://migre.me/a6xGg

Tela Fagundes: http://migre.me/a6xOd

Tela, Vida e Obra M. Luiza:  http://migre.me/a6xU7

Tela Bouguereau: http://migre.me/a6ylA

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Quem vê cara, não vê coração.

Muitos são os nomes. Muitas são as denominações. Mas uma pessoa não é um nome, nem um sobrenome. Não é um título, nem um rosto.

Muitas são as caras… Vejamos a minissérie Gabriela, por exemplo, embora seja uma ficção, baseada no romance do escritor baiano Jorge Amado, Gabriela Cravo e Canela, narra os costumes do século XIX e início do século XX, retratando Ilhéus, município do Estado da Bahia, Brasil, na década de 20 com seus coronéis, jagunços, fazendeiros ricos, amores proibidos, assassinatos, manobras políticas e influências do meio social.

A Rede Globo de Televisão já apresentou outra versão de Gabriela no ano de 1975. E agora, em 2012, refez outra, em comemoração aos 100 anos do escritor, que completaria caso estivesse vivo.

Já assistiu? Leu a obra? Está acompanhando esta versão? Eu estou e além de apreciar muito, da produção à trilha sonora, há algo que me chama a atenção e acredito que a outros telespectadores também! Os costumes! Principalmente da mulher submissa ao homem. Casamentos arranjados por famílias visando o status social. O abuso sexual que a mulher enfrentava; mesmo as casadas. Não havia amor. A mulher não tinha voz, nem sentimentos. As vestes. Mulher não usava calças, apenas saías e vestidos, decotes eram raros.  As sem “vida” terminavam nos glamourosos bordéis, muito diferente da marginalização presente nas ruas de hoje.

Sei que já falei um pouco disto na série Ladies, mas com a minisérie Gabriela que tenta um pouco reconstituir os costumes e modo de vida isto se confirma.

E o que busco dizer com isto tudo é uma reflexão para: Onde está a mulher de fato?

Hoje em pleno século XXI é o inverso do XIX. Enquanto uma vivia numa sociedade onde não tinha voz, a outra é vista pelo corpo. Pelos padrões de beleza baseados em passarelas de moda. O nu virou comércio. São revistas, filmes, novelas, músicas, mulheres com apelidos pejorativos, fazendo referências ao sexo livre.

Já imaginou o que diria as que viveram nos séculos passados? É claro que esta mudança rende outros caminhos. As conquistas. Voto. Cor. Raça. Mercado. Família. Mas dentro do espaço social não foge muito a esta realidade, principalmente brasileira.

É certo que cada mulher tem seu valor. A globalização abriu espaço ao universo feminino. Embora a sociedade tente empregar um caminho que desvaloriza as inúmeras belezas que existem numa mulher, padronizando-a, das mais pobres e humildes àquelas que vivem passando cremes de rejuvenescimento, tem-se muito a admirar e aprender a não julgá-las pela aparência! Já que os olhos do ser humano tendem de uma maneira geral a julgar o que é diferente do seu mundo!

Agora olhe bem as telas abaixo. Todas se aplicam bem ao ditado “Quem vê cara, não vê coração”. Há Mulheres de várias nacionalidades. Qual a sua primeira impressão? Algumas são tão belas não? Pergunto-me quem de fato são estas mulheres? Por que os pintores buscaram retratá-las? O que eles sentiam e pensavam ao fazê-las?

William Clarke Wontner (1857-1930) denomina sua tela de An Elegant Beauty, o mesmo que Uma Moça Elegante. O artista neo-clássico costumava retratar mulheres sedutoras contra panos de fundo de mármore clássico ou oriental.  

Emile Vernon (1872-1920) foi um pintor francês. Traz uma moça com um traje de dançarina, sorriso meigo, mas quem é ela? O que se passa em seu coração?

Frederick Sandys (1829-1904) foi um pintor inglês sua tela data de 1866 e traz uma mulher tão bela que mais parece uma boneca. Como será que esta moça via o mundo? De que vivia? Quais eram seus princípios? Podia amar? Era feliz?

Jean-Hippolyte Flandrin (1809-1864) foi um pintor francês. Pinta uma senhora, dama do século XIX com o busto de fora e tamanha elegância, porém possui algo a mais neste seu olhar! Concorda?

Oscar Pereira da Silva (1865 ou 1867 – 1939) foi um pintor, desenhista, decorador e professor brasileiro, da passagem do século XIX para o XX. Nasceu em São Fidélis, Rio de Janeiro, também conhecida como “Cidade Poema” devido às belezas naturais e ao seu grande número de poetas. A sua obra abaixo está presente na Pinacoteca do Estado de São Paulo.

A moça do quadro tem um jeito sensual e me lembra as moças de Cabaré do século XIX. Como são mostradas em alguns aspectos na minissérie Gabriela. E como era no Moulin Rouge em Paris, em plena Belle époque. Quanto as garotas imagino que algumas caem nesta vida por gosto, já outras por algum motivo de sobrevivência, escondendo grandes dores e sofrimentos dentro de si.

Maria Helena Ribeiro Garrefa não consegui mais informações sobre esta artista brasileira. Mas veja o quanto sua tela é interessante.

O grupo musical U2 tem uma música de sucesso chamada “Miss Sarajevo. Esse nome é uma homenagem às mulheres de Sarajevo que são entre outras coisas, proibidas de andar com o corpo dos pés à cabeça de fora e lembrar que mesmo assim, guardam uma grande beleza interior.

Confiram a letra da canção aqui: http://letras.mus.br/u2/62980/traducao.html

Vale a pena escutá-la também!

Outra pintora brasileira que não consegui dados pessoais, mas merece post é Marcy Cruz.

Falar da mulher brasileira negra é pensar no sistema escravista. Há ainda uma grande desigualdade social. O negro é visto como pobre, ladrão e o cinema, e a televisão brasileira, quando não, reforça a imagem de símbolo sexual e empregada. Há ainda a figura das amas-de-leite, escravas, que ganhou espaço como babás, não só amamentando, mas cuidando das crianças de família de brancos ricos em engenhos e fazendas de séculos passados. Quando olho a imagem abaixo a primeira palavra que vem a minha cabeça é honra. Além de admirar a pele negra. É bonita, forte, vistosa, os dentes são tão belos como as nuvens brancas no céu. Vejo também raça e grandes histórias de vida.

Vanessa Arendt é uma artista autodidata contemporânea. Trabalha com artes desde 2003. Embora não tenha conseguido o título. Percebe em sua tela uma moça mais livre, sem tantos glamours? Provalvelmente é uma garota moderna, contemporânea, do século XXI. Está mais solta. Cabelos despojados. Com corte. Nota?

Agora diz você compraria um destes quadros a cima sem saber quem estão neles? Só pelo nome? Comparia sem saber as biografias de cada mulher retratada? Eu com certeza não!

FONTES

Tela de Wontner: http://migre.me/a2Q5r

Tela de Vernon: http://migre.me/a2Q7k

Tela de Sandys: http://migre.me/a2SQE

Tela de Flandrin: http://migre.me/a2T4v

Tela de Oscar: http://migre.me/a2O0h

Tela de Garrefa: http://migre.me/a2Qj0

Tela de Cruz: http://migre.me/a2RJD

Tela de Arendt: http://migre.me/a2Uoz

Categories: Que tem, têm! | 1 Comentário

Nhac Nhec!

Eles estão em qualquer lugar. Da doceria à moda. Virou febre. Pingentes. Estampas de camisas e sandálias. Lembranças de festas. Capa de cadernos. O Cupcake invenção inglesa, chamado primeiramente de Fairy Cakes (Bolos de Fada) é um bolo pequeno, feito para uma pessoa, revestido em papel e com diversas coberturas. Só após invadir os Estados Unidos que seu nome mudou, por passar a ser feito em cups, ou seja, xícaras, ficando também conhecido como Bolo de Xícara. O Cupcake chega a ser o tradicional bolo de bacia só que acompanhado de merengues e glacês por cima. Há quem goste. Eu para ser sincera não aprecio muito os feitos com massa americana, já outros parecem apetitosos. Entretanto são muito bonitinhos de serem vistos e é interessante sua variedade de enfeites.

Quem gosta?

As telas abaixo pertencem a um time de artistas americanos contemporâneos. O que é lógico! Mas será que algum artista de séculos passados já pintou algum bolo de fadas? Não encontrei nenhum! Talvez haja!

Comecemos com a tela da artista Delilah Smith que se chama Cupcake Party o mesmo que Festa de Cupcake;

Diane Mannion;

Riki R. Nelson;

Não diferente é Margie Guyot. Seu Cupcake traz um biscoito Oreo ou Negresco em cima!

Nanda Palmieri traz Cupcakes muito vistosos, concorda?

Rosalie Ripaldi Shane fez um Cupcake com Jelly Beans, sabem aquelas jujubinhas coloridas?

Torrie Smiley decorou o dele com morango!

Christopher Clark declara seu amor pelos bolinhos…

Jelaine Faunce traz dois Cupcakes charmosos, como se fossem ser servidos numa festa ou grande evento!

E saindo da América do Norte vamos à África do Sul com a artista Thea Burger que traz o bolo na xícara!

Deu vontade de comer um? Então corre até a padaria mais próxima de casa! Igual não sei se vai ter, mas o humilde bolinho de bacia provavelmente sim!

 

FONTES

Tela Delilah: http://migre.me/a24ET

Tela Mannion: http://migre.me/a24No

Tela Nelson: http://migre.me/a24Qp

Tela Guyot: http://migre.me/a2522

Tela Palmieri: http://migre.me/a25bc

Tela Ripaldi: http://migre.me/a25ic

Tela Smiley: http://migre.me/a25A6

Tela Clark: http://migre.me/a25Vc

Tela Faunce: http://migre.me/a261P

Tela Burger: http://migre.me/a266o

Categories: Sabor | Deixe o seu comentário

Espelho, espelho meu…

Para que servem os espelhos? Há muitas respostas para isto. Uma delas é para mostrar o reflexo da nossa própria imagem. Há quem não consiga viver sem eles. Há quem carregue até na bolsa, um costume das mulheres desde séculos passados. É tanto que hoje buscando atender às necessidades femininas, a indústria de cosméticos não fez por menos, inovou colocando em seus produtos seja na caixinha ou na tampa, espelhinhos para retoque da maquiagem.

Hoje é possível encontrar espelhos em qualquer lugar e com preços acessíveis. Mas por volta do século XVIII e XIX não era bem assim! Espelhos eram objetos de alto custo. Decoravam palacetes e casarões. Estavam restritos à elite. As penteadeiras e armários das moças da alta classe social.

Mas o espelho fornece outras funções, tal como ampliar um ambiente. Veja por exemplo os usados em elevadores sociais!

O fabrico do primeiro espelho de vidro foi inspirado na água, na sua capacidade de reflexão. É provável ter sido a superfície úmida e molhada a fonte de inspiração.

Na arte, o movimento impressionista que surgiu na pintura europeia do século XIX, tem seu nome derivado da  obra Impressão, nascer do sol (1872), de Claude Monet. Os impressionistas gostavam de retratar em suas telas os reflexos e efeitos que a luz do sol produziam nas cores da natureza, tal como um espelho esférico.

Existem variados tipos de espelhos, entre eles estão os planos e esféricos : côncavos e convexos, cada qual com sua função.

Entre tantas funções, o espelho só não é capaz de refletir nosso “Eu”. Meu espelho não reflete o que sou! Li num texto, certa vez.

Ao menos o espelho da música Indíos de Renato Russo, há um trecho que diz: “Nos deram espelhos e vimos um mundo doente…” Está subtendido, diz respeito a alma cruel e doente dos descobridores que compraram com objetos, entre eles, espelhos, a inocência indígena, a riqueza e sabedoria que possuiam de suas terras, pondo um fim a tudo.

E neste universo espelhado, vamos as telas?

A tela em moldura pertence a artista alemã Hanne Lore Koehler, que cresceu e vive em Ontário, Canadá. Chama-se Reflections of Home, o mesmo que Reflexos da Casa.

Achei linda sua tela, pelas cores, sensação de paz e liberdade. Ao mesmo tempo que há uma explosão do colorido das plantas e Ipês, há a suavidade das águas, do céu e nuvens.

A segunda tela bem que poderíamos dizer que ele está a refletir antes de tudo, um desentendimento! A mulher parece abusada, inconformada, triste parece ter brigado com o marido, que se encontra do lado de fora do aposento. Ela pertence ao americano Patrick Anthony Pierson. Já quanto aos espelhos o principal reflete o resto do quarto e a imagem do rapaz na varanda da casa, o secundário da porta da varanda reflete o resto da mesma. Gosto também do jogo de luzes. E você gosta?

Guenevere Schwien é uma artista americana. Sua tela traz reflexos numa calçada. É possível até ver que o primeiro casal possui um guarda-chuva.

Tavík František Šimon foi um pintor tcheco (1877-1942). Sua tela reflete o outro lado da face da senhora. Sua tela quer dizer Mulher Veneziana e data de 1900.

Ethel Porter Bailey (1908-1927).

Esse quadro abaixo pertence a artista inglesa (1812-1876) Fanny Palmer e faz parte de uma série de quatro telas chamada: As Quatro Estações da Vida. Essa é a última. A qual ele denomina: A velhice.  Palmer trabalhou para a empresa americana de gravuras Currier & Ives, localizada em Nova York, sendo uma das mais reconhecidas pintoras do século XIX. Aqui o espelho se faz presente como um objeto de luxo, decorativo.

William Ireland é um artista contemporâneo. O destaque de suas obras se dá com as cores utilizadas.  Sua tela tem aos meus olhos profundidade. Além de mostrar todo o quarto, mostra um espelho que traz o reflexo de uma mulher se arrumando diante a um espelho de rosto. O principal também mostra uma divisão, como se a moça com o vestido, estivesse em um quartinho ou banheiro (suíte). Tem também um ar romântico. Gostei muito!

Frederick Carl Frieseke (1874-1939) foi um pintor americano impressionista, passou grande parte da sua vida na França. Sua tela quer dizer Mulher com Espelho. Mas na realidade há dois! Penso que os detalhes ficaram para o menor.

Jean Raoux com este nome só podia ser francês. (1677-1734) Pertenceu ao século XVIII e é considerado um pintor histórico. Sua tela quer dizer Jovem Garota a se Olhar no Espelho. Acho-a curiosa pelo ano, data de 1715. Curioso como a moça se olha no espelho, que mais parece uma tábua, ela olha com delicadeza, é visto em sua face, o reflexo do mesmo, provocado por uma luz que não sabemos de onde vem! Sim! Claro! Dos pincéis do artista.

Richard Roselli é um artista contemporâneo americano. Achei sua tela bastante interessante. Perceba que a moça se olha num espelho minúsculo desproporcional ao tamanho da tela, e sua face surge envelhecida. Inclusive as cores dão conotação a isto. E já que a tela se chama Reflexo, de fato, trata-se de um espelho. O que o pintor quis dizer? Será que a moça se vê de outra forma? Pertencente a outro tempo? Curioso não?

E por último a artista Leyla Munteanu nascida na Romênia em 1967. Leyla fez seus estudos também nos Estados Unidos, e se mudou para o Canadá em 1998. Sua tela traz um retrovisor ou espelho lateral esférico, como condiz o título da tela.

FONTES

Algumas imagens foram retiradas do Banco de Imagens do Google.

Imagem tipo de Espelhos: http://migre.me/a0aTs

Tela Monet: http://migre.me/a05N1

Lore Koehler: http://migre.me/a0b2m  / http://www.koehlerart.com

Pierson: http://migre.me/a06Hl

Schwien: http://migre.me/a0gP4  

Simon: http://migre.me/a07NB

Bailey: http://migre.me/a06lm

Fanny Palmer: http://migre.me/a09KF

Ireland: http://migre.me/a07qW   /  http://wmireland.com

Friseke: http://migre.me/a07AN

Raoux: http://migre.me/a08jG

Roselli: http://migre.me/a08uK

Munteanu: http://migre.me/a08Lb

Categories: Impressionismo | 2 Comentários

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